Política Conectada Notícias
  • Início
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Font ResizerAa
Política Conectada NotíciasPolítica Conectada Notícias
  • Início
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós
Search
  • Início
  • Brasil
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
  • Sobre Nós

Populares

Yuri Silva Portela
Notícias

Anticoagulação na terceira idade: o equilíbrio delicado entre prevenir trombose e evitar sangramento em pacientes idosos

Leograf Gráfica e Editora LTDA
Notícias

O desenvolvimento da maior indústria gráfica, a Leograf Gráfica e Editora LTDA

Marcelo Madureira Montroni
Notícias

Operação Lava-Jato: entenda o que é e como começou com Marcelo Madureira Montroni

Política Conectada - [email protected]
Yuri Silva Portela
Notícias

Anticoagulação na terceira idade: o equilíbrio delicado entre prevenir trombose e evitar sangramento em pacientes idosos

Por Diego Velázquez
Publicado 26/06/2026
5 Min de leitura
Compartilhar
Yuri Silva Portela

Yuri Silva Portela, pós-graduado em geriatria, nota que poucos dilemas clínicos na medicina geriátrica exigem tanta precisão quanto a decisão de anticoagular um idoso. Trata-se de uma intervenção que, ao mesmo tempo em que protege contra eventos tromboembólicos potencialmente fatais, abre uma janela de risco hemorrágico que pode ser igualmente grave. Em uma população que já convive com fragilidade vascular, polifarmácia e maior propensão a quedas, esse equilíbrio raramente é simples. 

Contents
Por que o idoso precisa de anticoagulação com mais frequência?Anticoagulantes clássicos e novos agentes: o que muda na prática geriátricaO risco de queda como variável clínica centralIndividualização, revisão periódica e o papel do geriatra

Neste artigo, você vai entender por que a anticoagulação no idoso é uma das decisões mais complexas e mais consequentes da prática geriátrica.

Por que o idoso precisa de anticoagulação com mais frequência?

O envelhecimento favorece um estado pró-trombótico progressivo. A fibrilação atrial, condição em que o coração bate de forma irregular e favorece a formação de coágulos, tem prevalência crescente com a idade e representa uma das principais indicações de anticoagulação na terceira idade. Além dela, trombose venosa profunda, embolia pulmonar e próteses valvares cardíacas são condições que frequentemente coexistem no paciente geriátrico e que demandam terapia anticoagulante contínua.

Conforme detalha Yuri Silva Portela, o problema é que essas mesmas condições que justificam a anticoagulação coexistem, no idoso, com fatores que amplificam o risco de sangramento: fragilidade capilar, uso concomitante de anti-inflamatórios, insuficiência renal que altera a eliminação dos fármacos e histórico de quedas que torna qualquer trauma um evento potencialmente grave. Decidir anticoagular ou não é, portanto, um exercício constante de ponderação entre dois riscos reais e igualmente sérios.

Anticoagulantes clássicos e novos agentes: o que muda na prática geriátrica

Durante décadas, a varfarina foi o anticoagulante oral de referência. Sua eficácia é bem documentada, mas seu manejo no idoso é particularmente desafiador: a janela terapêutica é estreita, as interações com alimentos e medicamentos são numerosas e o monitoramento regular por meio do INR exige deslocamentos frequentes que muitos idosos não conseguem realizar com regularidade.

Yuri Silva Portela
Yuri Silva Portela

Na avaliação do doutor Yuri Silva Portela, o surgimento dos anticoagulantes orais diretos, como rivaroxabana, apixabana e dabigatrana, representou um avanço real para o cuidado geriátrico. Esses fármacos dispensam o monitoramento laboratorial contínuo e apresentam perfil de interações mais favorável. No entanto, sua eliminação depende em graus variados da função renal, o que exige avaliação periódica da função dos rins em pacientes idosos, nos quais o declínio renal é frequente e nem sempre acompanhado de sintomas evidentes.

O risco de queda como variável clínica central

Um dos argumentos mais frequentemente utilizados para contraindicar a anticoagulação em idosos é o risco de queda. A lógica é direta: um idoso anticoagulado que cai tem maior probabilidade de desenvolver hematomas graves, hemorragias intracranianas e sangramentos internos de difícil controle. No entanto, a literatura científica demonstra que esse raciocínio, quando aplicado de forma absoluta, leva ao subtratamento de pacientes que se beneficiariam significativamente da anticoagulação.

Conforme esclarece Yuri Silva Portela, pós-graduado em geriatria, estudos demonstram que um idoso com fibrilação atrial precisaria cair dezenas de vezes por ano para que o risco hemorrágico das quedas superasse o benefício da anticoagulação na prevenção do acidente vascular cerebral. Isso não significa ignorar o risco de queda, mas tratá-lo como uma variável a ser manejada por meio de intervenções preventivas específicas, e não como argumento definitivo para negar uma terapia eficaz.

Individualização, revisão periódica e o papel do geriatra

Diante da complexidade que envolve a anticoagulação no idoso, os protocolos universais são insuficientes. Na prática, a decisão precisa considerar a função renal atual, o histórico de sangramentos, o risco trombótico calculado por escalas validadas, a lista completa de medicamentos em uso e a capacidade do paciente e da família de manejar o tratamento com segurança. Essa avaliação não é pontual: precisa ser revisitada periodicamente, pois o perfil clínico do idoso muda com o tempo.

Por fim, como sugere o doutor Yuri Silva Portela, o acompanhamento geriátrico longitudinal é o que permite que essa decisão seja tomada e reavaliada com a precisão que ela exige. Anticoagular bem um idoso é protegê-lo dos dois lados ao mesmo tempo, e isso só é possível com um olhar clínico que nunca trata o paciente como uma equação simples.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Tag:Doutor Yuri Silva PortelaDoutor Yuri Silva Portela pós graduado em GeriatriaDr. Yuri Silva PortelaO que aconteceu com Yuri Silva PortelaQuem é Yuri Silva PortelaTudo sobre Yuri Silva PortelaYuri Silva Portela
Compartilhe esse artigo
Facebook Email Copie o link Print

Sobre

No Blog de Notícias Política Conectada, oferecemos uma análise profunda e atualizada sobre o mundo da política. Nosso objetivo é conectar você aos principais eventos e tendências políticas com uma abordagem crítica e informada.

Populares

Valderci Malagosini Machado
Engenharia aplicada: Quando o conhecimento técnico encontra a realidade de campo!
28/05/2026
Florianópolis investe em tecnologia de monitoramento de trânsito em tempo real e redefine mobilidade urbana
Florianópolis investe em tecnologia de monitoramento de trânsito em tempo real e redefine mobilidade urbana
10/04/2026

Contato

[email protected]

tel.(11)91754-6532

  • Home
  • Sobre Nós
  • Quem Faz
  • Contato
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?